Discografias Comentadas: The Rolling Stones – Parte II

Nesta semana, a coluna Discografias Comentadas traz a segunda parte da discografia dos Rolling Stones, englobando os discos lançados na década de 70 (de 1971 a 1980). Mick Jagger (voz), Keith Richards (guitarra), Bill Wyman (baixo), Charlie Watts (bateria) e o então novo membro Mick Taylor (guitarra) adentraram a nova década cobertos de glória, fama, problemas, incertezas e desafios. Por um lado, eram uma banda no auge da popularidade e agora com gravadora própria (Rolling Stones Records), podendo lançar seus discos como bem entendessem – inclusive com a capa que quisessem. Por outro lado, descobriram ter sido enganados pelo antigo empresário Allen Klein, o qual ganhou direito sobre tudo o que a banda lançou até 1970, o que fez muita música de fins da década de 60 só aparecer nesses primeiros álbuns dos anos 70. Musicalmente falando, Keith Richards se dedica mais à guitarra-base, deixando boa parte dos solos para Taylor, guitarrista mais técnico, mas, na minha opinião, sem o diferencial que marca os trabalhos de Keith. Os dois primeiros discos da década, Sticky Fingers e Exile on Main St. são provavelmente os mais amados pelos fãs e aplaudidos pela crítica em geral, mas este que vos fala é um apaixonado pela fase Brian Jones, então considero esses discos ótimos, mas longe de serem o ápice criativo da banda. Dito isto, vamos às pedras, quer dizer, às resenhas! Se você não leu a primeira parte clique aqui.
Mandou bem de novo, Adriano. Parabéns!
Em alguns momentos me lembrou até aqueles fotógrafos fodidões, capazes de extrair apetite appeal de um bolinho de jiló.
Para não dizer que eu não tenho nada a acrescentar, vou repetir a historinha manjada dessa capa do Andy Wahrol. O cara era genial e sabia surpreender, mas não entendia (ou não se preocupava, afinal era um artista) com detalhes logísticos ou de estocagem dos discos. No famoso disco da banana do Velvet Underground ele não caprichou tanto assim no gimmick da capa, já que uma vez que a banana fosse descascada, ela não voltava ao normal. Isso inclusive contribuiu (mais o fato da tiragem ser muito pequena) para que o preço das poucas cópias mint do álbum original chegasse às alturas mais tarde.
Na capa do Stick Fingers, o pino do zíper tinha uma protuberância que costumava ferir a capa vizinha quando elas eram prensadas na estocagem. Aqui no Brasil, por exemplo, a coisa foi além. Na primeira edição do disco, com o zíper de verdade, o papelão da nossa capa era mais fino, fazendo com que o zíper abrisse um buraco na capa e ferisse inclusive o vinil, chegando a prejudicar a passagem da agulha pelo sulco.
Bem que eu queria danificar meus otros vinis com esse zíper! Por sinal, se alguém tiver tendo dores de cabeça com esse disco, eu tô aceitando LP's do Sticky Fingers aqui em casa! õ/
Repito os elogios ao primeiro texto neste. Como de costume, a qualidade de escrita e a precisão das informações. Cara, é a primeira vez que leio algo tão certo sobre o "It's only rock'n'roll"; excelente desfecho, inclusive. Apenas devo dizer que fico confuso ao ler algo tão racional e contrário aos meus gostos, já que você listou aí dois de meus álbuns favoritos. Eu realmente entendo quando fãs da era Brian consideram aqueles os anos dourados dos Stones, mas não posso deixar de dizer que acho Exile o maior álbum da banda. Todo o contexto em que foi produzido, mesmo a atmosfera do ambiente acabou por influenciar de tal forma a sonoridade que a energia que aquelas faixas passam me podam de qualquer análise fria. De qualquer forma, o texto me impressionou bastante. Acho que gosto de lê-lo porque você me faz ver os discos de outra perspectiva, e escutá-los novamente depois é sempre maravilhoso. Aguardo agora a próxima parte, já que é difícil encontrar críticas construtivas sobre os anos 80, que, por serem a fase de decadência da banda, sempre são atacados impiedosamente. Abraço e até a próxima!
Nào conheço os discos depois do Exile. Sempre tive a informação que os Stones depois disso eram fracos. Acabei tendo esse impressão cheia de preconceito….vou dar uma chance à eles…
Marco, vc disse que eu extraio apetite-appeal de jiló, mas eu sei muito bem que, como eu, vc adora um jiló na música!
Matheus, valeu pelo comentário! Você não achou a resenha do Exile elogiativa o suficiente? Que pena! Ele é o meu preferido dessa década, e, apesar de eu ser um Brian Jones-geek, acho que ele entra no meu Top 5! Aliás, se o Exile contasse apenas com "Rocks Off" no primeiro disco e "Turd on the Run" ou "Let It Loose" no segundo, já seria um dos melhores discos dos Stones! Tem muita música concorrendo às primeiras vagas entre as melhores dos Stones nesse disco! Mas é isso, eu sabia que não ia agradar a todos com minhas opiniões nessa segunda parte.
Bueno, não dou nem bom dia pra quem não conhece os discos dos Stones após o Exile!
Hahahaha
Esse é um papo de mestres…heheheh
Vou tentar ouvir esses discos…
Para eu ter eles é preciso encontrá- los à precos módicos…heheheh
Haha, de forma alguma, meu chapa. Você foi bastante justo com o álbum, e nem de longe me decepcionou com a crítica. Eu fui apenas fanático no meu comentário, pois, como já falei, é o meu favorito. Eu sei, é uma parada irracional mesmo, como uma paixão, em que se ignoram os defeitos. De resto, que venha a próxima década!
As próximas, pois a terceira parte vai abordar de 1981 a 2005, ano em que eles lançaram o, até então, último disco!
Cara, é um lance irracional mermo! Você acha que eu gosto do Their Satanic porque eu fui pesquisar, estudei o disco e vi que ele é bom? Uma ova! A pesquisa é posterior! E pesquisando acabei gostando ainda mais! Mas, sem o lado irracional, o puro gostar por gostar, ele seria mais um disco bem feito, ao qual eu não daria a mínima!
Mas eu achei uma pena pq talvez tenha passado a impressão de que o disco é razoável, e não é! É sensacional!
Bueno, eu encontro o CD "It's Only Rock 'n' Roll" nacional por R$ 20,00. Acredito que os demais sejam por aí também. Mas em vinil, encontro alguns desses por R$ 15,00, talvez até por R$ 10,00..
Alo, sr.
A sua menção ao Mott the Hoople me fez lembrar que o disco Mad Shadows, que inclusive dizem ter o Jagger fazendo umas vozes de fundo, devia se chamar Sticky Fingers….
Acho que Brain Cappers fizeram bem mais do que costumam receber de crédito afinal… 😛
Sim, sr.
Muitas bandas deixam de receber qualquer crédito, porque a maioria das pessoas prefere resumir a história da música a uma pequena Corte de artistas intocáveis… Como se esses "medalhões" criassem sua música no meio do nada, no máximo inspirados em otros medalhões!
Eu discordo dessa linha de pensamento. Por isso, fiz questão de mencionar esses artistas mais underrated no meu texto. E olha que eu nem acho que os Stones copiaram ou fizeram algo parecido com "Rock 'n' Roll Queen"! Mas não podia deixar de mencionar isso…
Valeu pelo comentário, Ian Hunter-geek! xD
Cara, seu texto tá bacana mas tá meio confuso. Teve uns pedaços que eu não compreendi pelo excesso de ganchos e comentários por cima dos comentários, podendo ser um pouco mais conciso. Me pareceu afobado seu estilo de escrever. O conteúdo tá legal, sua opinião fica clara entre o que curte e o que não curte. Discordo sumariamente de algumas coisas escritas, como sobre a Rip this Joint, na qual uma comparação com o punk acho bem descabida, Let it Loose tb não me remete a base para nenhuma das baladas hard farofentas, enfim…mas isso é opinião, como vc mesmo ressalta ao longo do texto. Acho talvez que esse lance de vc ficar ressaltando muito que é a sua opinião é desnecessário, já que se vc que está com a palavra, é implícito que é sua opinião, se não, não haveria nenhuma credibilidade em ler algo que vc escreveu que não é o seu pensamento. Pareceu medo das críticas, que eventualmente suas opiniões talvez polêmicas, já se colocaram numa posição defensiva. Vc pode concentrar isso numa argumentação mais forte, sem usar desses recursos que enfraquecem o texto. Não entenda isso de uma forma ofensiva, entenda esse meu posicionamento como algo motivador, quero te ver escrevendo em outros textos.
Abraço!
Ronaldo
Adoro o Black and Blue…
tem um clima total de jam session
Ronaldo, adorei seu comentário! Algumas das coisas que vc falou são até auto-críticas que já me fiz, mas eu não posso saber se é só impressão minha ou se realmente eu peco nesses pontos ATÉ que alguém leia e aponte esses problemas. O termômetro da boa escrita é o leitor! Acompanho seus textos e comentários desde longa data e sei que vc não seria leviano nas suas considerações.
Quanto aos períodos longos, informações por cima de informações, eu admito que é uma dificuldade que tem sido difícil superar, pois, além de haver MUITA informação importante acerca desses discos – a banda aqui são simplesmente os Rolling Stones! -, eu não me permito jamais escrever um texto apenas informativo! E, como não posso me exceder no tamanho do texto, termina ficando dessa forma. Espero conseguir um melhor resultado nos próximos textos!
Quanto aos 'a meu ver', 'na minha opinião', isso é apenas um cuidado pra não misturar informações com opiniões. Mas realmente eu me excedi no uso dessas expressões. E realmente o medo de ofender quem tem opinião contrária acaba influindo, pois se com todo esse cuidado algumas pessoas me consideram polêmico, que dirá se eu estampasse tais opiniões de forma mais incisiva! Mas eu sei que isso torna o texto um pouco enfadonho e até atrapalha a concisão.. Preciso arranjar formas novas de não parecer presunçoso! xD
Quanto às suas discordâncias, "Let It Loose" é algo até meio pessoal, pois a sensação que tenho ao ouvi-la hoje é a que eu tinha quando ouvia Bon Jovi em minha infância. Não quis dizer que o instrumental, os timbres, a sonoridade, ou mesmo a estrutura seja igual aos das baladas farofeiras. São mais as linhas melódicas, as nuances das melodias. Já "Rip This Joint", acredito que eu não seja o único que pense assim… Além de a faixa ser uma "atualização" do rock dos anos 50, a agressividade, a rapidez e a simplicidade lembram demais o punk. Nem tanto Sex Pistols, Clash, mas já esses punks mais acelerados, inclusive o punk-pop de hoje.
É isso: um abraço e obrigado pelo comentário!
Fábio, vc deve ter notado que o Black and Blue é o meu "desfavorito" desse período, hehe! Pior que o disco tem boas faixas e nenhuma bomba! Acho que o que me desagrada nele é realmente o "conjunto da obra".. Mas é isso: que bom que o que agrada a mim não agrada a todos! E isso vale tb pros desagrados! Valeu pelo comentário!
O Ronaldo é um cara muito bacana.
Ele desce até nós, mortais, dedica seu tempo a ler o que escrevemos e se preocupa em tecer comentários muito pertinentes e construtivos.
Gostei também da sua sinceridade, Adriano.
Este blog está ficando cada dia melhor.
Excelente texto..como o anterior…me deu vontade de ouvir toda a discografia de novo…sobre os discos dos anos 80 o unico que realmente me desagradou por completo foi o Undercover…os outros embora não muito consistentes tem alguns ótimos momentos…mas este é assunto pra outra coluna
Abraços
Grande guru Siri da Gaita! cara, assim vc me deixa até encabulado! hahuahuahuauha…imagina, cara, opinar sobre uma coisa que eu gosto e que eu quero que cresça (no caso, toda a produção relacionada a esse lance musical que a gente curte) pra mim é quase que uma necessidade!
Carão, agradeço por ter acolhido a minha opinião, claro que mesmo discordando dela, mas todo mundo tem a crescer (eu incluído) e espero tb seus comentários nos meus próximos escritos, agradeço tb pelas referências ao que escrevo!
Valeu, grande abraço ao som dos Rolling Stones!
Ronaldo
Mandou super-bem mais uma vez. Apesar de só conhecer o Fingers e o Exile da década de 70 (e algumas faixas avulsas dos álbuns seguintes), percebi que depois do Black And Blue sua visão dos Stones fica um pouco pra baixo mesmo. Como eu parei no tempo no Exile, depois de ler isso me senti obrigado a baixar o Goats Head Soup e seguir adiante! xD
Fábio, agradeço novamente pelo comentário!
Agradeço também ao Siri!
E, Ronaldo, pode ter certeza que eu vou ler seus textos e meter-lhes o sarrafo! xD
Tô brincando.. Mas, falando nisso, onde é que vc anda escrevendo? Nunca mais li texto seu…
E, a propósito, vc leu a primeira parte?
Rendrick, vai fundo! Pelo menos o Goats Head Soup ainda pode receber o título de clássico! Do IORR pra frente é aquela coisa… Não é uma lástima, mas se vc for pensar no passado, dá um certo desânimo…
Groucho…eu fui ouvir aquele funk que vc citou no final do IORR e realmente…não havia prestado atenção antes… é uma faixa simplesmente sensacional e superior aos Funks do Black and Blue
abraços
Legal, Fábio! Eu ainda prefiro "Dance (pt. 1)", mas "Fingerprint File" é do caralho! A forma como o Jagger canta e o instrumental são coisas únicas!
Gorucho, eu estou vendendo o meu Sticky Fingers em vinil pq o zíper está estragado. Ele está inteiro, só não abre mais. 30 reais e o frete e tá na mão
quanto a matéria, eu curto bastante essa fase do Mic Taylor, e a partir do momento que o Ron Wood entra na banda, os Stones mudam totalmente, já que um baixista fazendo a guitarra solo não cai muito bem. Não desmerecendo o trabalho do Ron, que é muito bom por sinal, mas perto de Taylor e do Brian, não tem comparação.
Então, novamente alguns comentários:
O Sticky Fingers é o meu favorito dessa fase anos 70. "Wild Horses", Can't You Hear Me Knocking", "Moonlight Mile" e "You Gotta Move" são espetaculares. Os Stones fizeram um grande álbum, que mesmo sendo um dos favoritos, ainda acho que é pouco falado perto de Exile. Ouvi "Moonlight" e desculpa, mas não consegui enxergar o Plant, mas é talvez por que sou muito fã da canção e também do Plant.
Quanto ao Exiles, particularmente eu não sou tão fã desse disco. Reconheço a importancia, e a forma como foi gravado realmente o torna mais atrativo, mas eu não consigo ouvir ele e gostar de cabo a rabo como são os outros até aqui. As canções que mais curto são "Ventilator Blues", "Let It Loose", "Torn and Frayed" e "Loving cup". Ouvi esse disco diversas vezes, e infelizmente, até hoje não fui picado pelo vírus dele.
Goat's Head Soup eu acho um discaço de baladas muito boas. "100 Years Ago" é quase do nível de "Wild Horses", assim como a melhor faixa do disco, "Angie". Não tem o q falar dessa faixa. Se foi feita ou não para homenagear a angela bowie, se o jagger estava pelado ao lado do bowie, isso nao interessa. Essa musica é linda, e não tem o q faça tirar esse titulo para mim. Outra linda é "Winter". Aqui os stones deram o sinal de mudança, e esse álbum é o penultimo que eu consegui ouvir de cabo a rabo gostando de tudo.
Sobre o IORR, bom, para começar eu prefiro Get It On. Concordo plenamente que as baladas aqui não se comparam as do Goat Head's, mas discordo que esse seja o melhor trabalho do Taylor (para mim, é o sticky fingers). E para finalizar, "Fingerprint File" foi A MÚSICA que me fez gostar de Stones. Joguem as pedras, mas a versão que esta no Love You Live (o primeiro disco dos stones que eu ouvi) é fodástica, assim como "You Gotta Move", "You Can't always get what you want" e todo o "Mocambo Side". A levada funk dessa canção é sensacional. Grande faixa! Curti o encerramento sobre o álbum, bastante comum, mas ficou legal e é realmente uma boa ideia para o que é o disco.
Black and Blue tenho no mesmo nível do Goat's Head Soup, porém, pecando em apenas duas canções que eu não curto muito: "Fool to Cry" e "Cherry Oh Baby". Ou seja, concordamos novamente. Em compensação, "Hot Stuff" (outra q no Love You Live é excelente, é mais um baita funk, e concordo de novo que não se compara a Fingerprint, mas é um baita som.
Depois, o ultimo grande album do grupo. Some Girls para mim é uma aula de rock. "Miss You" é uma das melhores canções da carreira dos Stones e da história da música. "Some Girls" é outra pedrada assim com o"when the Whip comes down". Esse álbum é praticamente perfeito na minha opinião. Eu curto mais o Lado A do que o Lado B, mas o destaque para Beast of Burden ser uma das melhores baladas do Stones, bom, é bem questão de gosto. Acho uma boa faixa, mas é a piorzinha do disco. A parte do "pretty girls" parece realmente que eles estão cantando para um bebê, hehehe. Esse foi o ultimo grande trabalho dos stones até voodoo lounge.
E sobre o emotional, tu disseste tudo nessa frase: " Nenhuma chega a impressionar, mas não são um lixo total." É bem isso. Tu ouves o disco na boa, mas não te encantas pelas musicas (nao curto Dance da forma como tu curtes).
Parabens, perdoa novamente o comentario longo, e que venha a ultima parte
abraço
Apenas para citar, tirando o A Bigger Band e o Sticky Fingers com ziper, que eu paguei 50 reais no vinil, e a versão 3D do Their Satanic, que eu paguei 70, o LP mais caro que eu paguei do stones foi 10 reais, curiosamente o voodoo lounge. A maioria eu encontrei no rio de janeiro na faixa dos cinco reais. É uma barbada, não? Dos oficiais de estudio (como o groucho está mostrando aqui), em vinil, falta apenas o bridges to babylon. Se alguem tiver e quiser negociar, entra em contato!
Valeu pelo comentário, Mairon. Não vou querer o Sticky Fingers, infelizmente. Tô numa $ituação meio de$favorável! xD
Parece que, tirando o Some Girls, nossas análises são bem parecidas. Algo me diz que na 3a parte também vai ser assim.
Quanto aos vinis – ou CD's – dos Stones, minha coleção é de fazer vergonha! xD
Mas um dia eu chego lá…
parabens pelas resenhas já li as 3 ! claro discordo de algumas coisas, mas isso faz parte! por exemplo sempre gostei do undercover, inclusive acho que em toda sua longa carreira eles só fizeram 2 discos fracos emotional rescue e dirty work!, mas deu pra perceber que vc entende do assunto valeu!
Valeu, rapaz! Quem quer que seja! xD
KCarão!sou um apaixonado por stones desde o começo da decada de 80,pra mim eles foram sim a maior banda de rock que já existiu,existe um blog muito chamado STONES PLANET BRAZIL ! têm vária notícias atualizadas, e o dono do blog que é jornalista sabe tudo! aparece lá!.
Eu conheço o blog, do André. Já visitei hj, inclusive..
Acredito que eu seja o único roqueiro que considera Sticky Fingers muito superior a Exile On Main St.
Eu amo o “Exile on Main Street”,é um disco que quero que toquem durante o meu funeral. Adoro a sonoridade crua, suja, sem nenhum tipo de rodeio. Adoro a guitarra safada de Keith,o vocal visceral de Mick Jagger e um maravilhoso grupo de vozes que o acompanham.
Ouvir esse disco dá uma vontade de ser um cantor de rock.
Parabéns pelo texto.
Abraços Caíque, e obrigado pelo comentário. Bom sábado