Notícias Fictícias que Gostaríamos que Fossem Reais – IT, a união dos maiores flautistas do progressivo

O sonho de muitos proggers em unir essas duas lendas vivas do rock progressivo vem desde o lançamento dos primeiros álbuns de cada grupo, afinal, quem nunca confundiu “House of the King” (Focus) como sendo uma canção do Jethro Tull que atire a primeira pedra. Mas graças a uma produção independente unindo ambos, finalmente os admiradores dos diferentes e ao mesmo tempo similares estilos dos músicos podem conferir essa união no álbum IT, cujo nome, apesar de significar a palavra “isto”, é formado pelas iniciais dos músicos.
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Ian Anderson |
Passeando logicamente pela carreira de seus principais grupos, Ian e Thijs exibem-se com soberania e distinção não somente na flauta, mas também nos outros instrumentos citados, criando versões por vezes longes das originais, e que você só irá reconhecer talvez pela melodia central, mas distante de ser algo depreciativo.
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Thijs Van Leer |
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Bruce Dickinson, convidado especial de IT |
Quando eu digo que esse Mairon é fanfarra pura… só coloco o Ray Thomas do The Moody Blues contra esses dois!
Se fosse lançado já sairia com a pecha de "clássico" estampado… e o repertório ficou sensacional…
Pena que até agora é só sonho…
kkkkkkkk…Mairon meu chapa, o que vc toma no café da manhã, velho?!
Abraço!!
Ronaldo
Grande Ronaldo, essa é fácil: eu não tomo café da manhã, hahahaha
Diogo, honestamente, o Ray Thomas é muito talentoso, mas não tem nem metade da habilidade dos dois ai de cima
Flautista bom mesmo era aquele de Hamelin, da banda The Grimm Brothers.
Eric Clapton também não tem a mesma habilidade de um Steve Vai ou de um Joe Satriani, mas nem por isso deixo de gostar mais de Clapton, heheheh… mas tudo bem, eu entendo que tanto Thijs quanto Ian são protagonistas em suas bandas, enquanto Ray Thomas era apenas "mais um" no equilibrado e fantástico quinteto que costumava ser o The Moody Blues.
Bruce Dickinson? Passo. hehe
Groucho Fanfarrão
hahahhaa