Notícias da Semana {30 de Março a 5 de Abril}

Marky Ramone, Inocentes e Supla estão neste domingo no Magic Rock, em Suzano (SP)
Já pensou participar de uma roda punk na piscina? O Magic City, um dos parques aquáticos mais visitados da América Latina, localizado em Suzano (SP), será palco de um encontro entre música e diversão neste domingo, 6 de abril. O evento “Magic Rock” reunirá atrações de peso, como o lendário Marky Ramone, último remanescente da formação clássica da banda Ramones, além de um dia completo de acesso às piscinas e toda a estrutura do parque. O evento começa às 10 da manhã. O evento “Magic Rock” é uma parceria entre o parque Magic City e a Maraty, produtora do jornalista André Barcinski e do produtor Leandro Carbonato. Ingressos em diversas opções.
Marky Ramone, baterista que deixou sua marca na história dos Ramones, será a grande estrela da programação, apresentando um dos quatro shows de sua turnê no Brasil. Para os amantes de rock e história musical, será uma oportunidade incrível de reviver clássicos que marcaram gerações, como “Rockaway Beach”, “Sheena Is a Punk Rocker” e “Blitzkrieg Bop”, este com o famoso grito de guerra “Hey, Ho, Let’s Go!”. Uma chance única de curtir, com toda a família, um Ramone no palco.
A programação do evento também inclui apresentações da banda Inocentes, nome importante do rock nacional, principalmente do punk, e Supla e os Punks de Boutique, criada pelo carismático cantor e compositor Supla durante a pandemia, para acompanhá-lo em seus programas no Youtube e que já contam até mesmo com uma turnê europeia na bagagem. O evento, pensado para toda a família, reflete o lema “Diversão e Rock’n’Roll para todas as idades”. Enquanto os shows acontecem no espaço das piscinas, os visitantes podem aproveitar a infraestrutura do Magic City, que oferece um ambiente seguro, integrado à Mata Atlântica e com opções de hospedagem. O público poderá aproveitar as atrações aquáticas desde cedo e também durante os shows, que começam ao meio-dia. A festa, com música e diversão para toda a família, segue até às 17 horas.
Ingressos
O evento contará com diversas opções de ingressos para atender a todos os públicos: Ingresso Baby (destinado a crianças de 2 a 5 anos), Pista Meia-Entrada/Solidária, Pista Integral e Área VIP/Camarote (incluso open bar com vodka, cerveja, energéticos, refrigerantes e água). Mais informações.
Música no parque
Eventos musicais similares já são tradição no Magic City, como a conhecida “Pool Party da Véia”, que reúne grande público anualmente, destacando o potencial do espaço para criar experiências únicas e memoráveis. A edição de 2025 da “Pool Party da Véia” está marcada para o dia 05 de abril, véspera do “Magic Rock”. O parque também já recebeu nomes como Alok e Vitor Kley no “Splash Music”.
Parque em expansão
Além de eventos como o “Magic Rock” e “Pool Party da Véia”, o Magic City segue em expansão. Em dezembro, o complexo inaugurou o Naturé Resort, uma nova ala de hospedagem com 56 apartamentos sustentáveis e integrados à Mata Atlântica.
Informações
Parque – (11) 4746-5803
Pousadas – (11) 4746-5805
Endereço:
Acesso pelo Km 58,5 da Rodovia Índio Tibiriçá, Suzano/SP
Buzzcocks coloca Porto Alegre na rota da nova turnê brasileira
A clássica banda britânica Buzzcocks, que carrega a verve do punk rock setentista dos Sex Pistols e ao mesmo tempo é um nome super importante à geração pop punk, enfim retorna à América Latina em maio deste ano para shows repletos de clássicos dos seus 49 anos de carreira. Um terceiro show no Brasil entra na rota: Porto Alegre/RS, dia 27 de maio, no Bar Opinião. A turnê latino-americana, que recebe o nome de Buzzcocks are coming, acontece imediatamente após a participação dos britânicos no Cruel World Festival, um dos mais importantes eventos musicais da Califórnia (EUA), que terá outros nomes expressivos e históricos como New Order, Nick Cave & The Bad Seeds, Garbage, Devo, entre muitos outros.
Em um cenário musical mundial constantemente invadido modismos virais e falsificações geradas por IA, o Buzzcocks se mantém do lado do rock visceral e pujante, com músicas de melodias cativantes, apoiadas por uma cadência rítmica forte e habilidosa. Com o passar das décadas, a banda é presença constante e em constante evolução na cultura pop e carrega com méritos o status de banda definitiva do punk rock. Em 2023, a banda foi eternizada na Calçada da Fama da Música do Reino Unido, situada em Camden (Londres), ao lado de mais lendas como The Who, Madness, Amy Winehouse, David Bowie, entre outros. Ao vivo, o Buzzcocks é eletrizante com seu rock que diverte, mas também educa e informa, tudo entregue ao público com muita devoção dos membros fundadores Steve Diggle (guitarra e voz) e companhia.
“É a minha alma”, diz Diggle sobre uma agenda repleta de shows pela Europa, que agora se descola para o lado de dá cá do mundo. “Ainda tenho fogo para tocar! Desde que vi Bob Dylan no banco de trás de um táxi preto no documentário de D.A. Pennebaker de 1967, Don’t Look Back, sempre quis viver esse tipo de vida — ser entrevistado no banco de trás de um táxi preto a caminho do cinema, do estúdio”. O Buzzcocks alcançou um incrível sucesso comercial logo no começo da carreira, quando abriu shows para o Sex Pistols e lançou a trinca Another Music in a Different Kitchen (1º disco, 1978), Love Bites (2º disco, 1978) e A Different Kind of Tension (3º disco, 1979). Vale também lembrar que o Buzzcocks já emplacou música no cinema! A ‘Ever Fallen In Love’ faz parte do filme Shrek.
Os demais shows acontecem dia 24/05 em São Paulo/SP (Carioca Club) e dia 25/05 em Curitiba/PR (Basement Cultural). Sobre São Paulo, Sweet Suburbia e Excluídos, dois nomes em ascensão do punk nacional, farão os shows de abertura para o aguardado retorno na capital paulista – dia 24 de maio (Carioca Club) – da clássica banda britânica Buzzcocks. O evento também terá discotecagem Fattiado Selecta e Smath it Up. Ingressos.
Formado em 1998, na cidade de São Paulo, por Ronaldo Lopes, os Excluídos são uma das principais vozes do punk rock nacional do século 21. Parte da chamada “segunda geração” do estilo pelo jornalista e escritor Antonio Bivar, a banda foi incluída com destaque na reedição de 2001 do icônico livro O Que É Punk (Editora Brasiliense). A angústia e a rebeldia, inerentes do espírito adolescente, aliadas ao gosto pela música, foram os principais combustíveis para o nascimento dos Excluídos. O quarteto já dividiu o palco com grandes nomes da música tanto nacionais, como CPM 22, Ratos de Porão, Inocentes, Cólera, Garotos Podres, Lobão, entre muitos outros, quanto internacionais, como Stiff Little Fingers, GBH, Rezillos, The Adicts, The Toy Dolls e TSOL.
A banda paulistana Sweet Suburbia mantém vivo o espírito punk 77 com influências do punk rock inglês e estadunidense, mescladas à crueza do punk brasileiro dos anos 80. O debut, Paranoia Day by Day (2008), combina melodia e agressividade. A recente reedição em vinil colorido pelo selo alemão Grüße aus der Mülltonne e o lançamento do Ep You Better Swallow Your Pride reforça a força da Sweet Suburbia, Sweet Suburbia é um soco direto na complacência, resgatando e modernizando o punk rock.
A realização da nova turnê do Buzzcocks, que encerra um período de 15 anos de espera de volta à América Latina, é conjunta entre New Direction Productions e Agência Sobcontrole. A turnê também passa por México, Colômbia, Chile e Argentina.
SERVIÇO
Buzzcocks em Porto Alegre
Data: 27 de maio de 2025
Horário: 21h
Local: Opinião. Na Rua José do Patrocínio, 834, Porto Alegre – Rio Grande do Sul
Valores:
Inteira Solidária | Lote 01: R$ 150,00 (+ R$ 22,50 taxa)
Meia Entrada | Lote 01: R$ 140,00 (+ R$ 21,00 taxa)
Clube ZH | Lote 01: R$ 140,00 (+ R$ 21,00 taxa)
Inteira | Lote 01: R$ 280,00 (+ R$ 42,00 taxa)
Classificação etária: 18 anos
SERVIÇO
Buzzcocks em São Paulo
Data: 24 de maio de 2025
Horário: 18h (abertura da casa)
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo – SP)
Valores:
1° Lote Pista: R$ 150 (meia-entrada e estudante); R$ 150 (meia solidária para não estudantes mediante doação de um quilo de alimento na entrada da casa no dia do evento); R$ 300 (inteira)
1° Lote Camarote: R$ 200 (meia-entrada e estudante); R$ 200 (meia solidária para não estudantes mediante doação de um quilo de alimento na entrada da casa no dia do evento); R$ 400 (inteira)
Venda antecipada sem taxa de conveniência em São Paulo: Loja 255 (Galeria do Rock)
Classificação etária: 18 anos
De ativismo político ao lançamento de bandas independentes, conheça o selo Psywar
Fundado durante a pandemia da COVID-19 pelos irmãos Berman Berbert e Vinny Berbert, o selo Psywar começou as atividades como uma campanha pela derrubada do governo Bolsonaro. A pauta principal, estampada na camisa réplica do Bad Religion, era “Fora Bolsonaro” – usada por grandes nomes da cena metal e rock no Brasil, como Fernanda Lira, da Crypta e Maurício Boka, do Ratos de Porão. As atividades de panfletagem, apoio na organização de atos, e venda de material marcaram o início do selo. Além dessa campanha, a dupla encabeçou uma das poucas vozes que pediam a liberdade do ciberativista Julian Assange no Brasil, ajudando a levar o tema bem pouco falado às discussões na época e ganhando reconhecimento por algumas organizações internacionais empenhadas nessa causa. Atualmente, a Psywar está ativa nas mobilizações contra o genocídio em Gaza.
Os irmãos, fundadores da banda de hardcore punk Malvina, tiveram a ideia de somar discos independentes aos materiais políticos, com um grande reforço do selo santista Caustic Records na época. Bandas como Mukeka Di Rato, Malvina, Sect, One True Reason e Strife estavam no catálogo do site e nas bancas em eventos. Posteriormente, outras bandas ganharam distribuição de material físico pela Psywar, como Angvstia, Traste, Uzomi, Niste (Argentina), MLC (Argentina) e os finlandeses do Glass Wipe, depois da turnê européia do Malvina em 2024.
A turnê europeia reforçou uma vontade já antiga dos irmãos, ao se depararem com a forma totalmente ‘Do It Yourself’ e organizada de fazer a cena rolar na Europa, a ideia de lançar bandas que o selo acredita, não só fisicamente, mas em todos meios de streaming, com uma divulgação bem planejada, ficou mais sólida, e dessa forma a Psywar começa a expandir mais sua atuação, com um trabalho de fomento e divulgação mais amplo do underground nacional. A primeira escolhida é a banda punk mineira Traste, que terá seu novo disco lançado pelo selo. Os irmãos comentam: “Essa iniciativa é uma resposta à cultura hegemônica da classe dominante. Somos uma alternativa em meio a várias outras. Viemos somar forças e abrir mais caminhos para toda forma de ativismo e expressão artística, instigar o engajamento, conscientização, e por fim, reagir à violência do capitalismo”.
PSYWAR online:
Trioamericano de rock experimental, Vasoline Tuner, lança novo vídeo “Chilling with my Zombie”
O Vasoline Tuner do sul da Califórnia — conhecido por sua fusão alucinante de punk psicodélico, rock experimental e freak-pop — está de volta com um novo videoclipe alucinante para sua última faixa, Chilling with my Zombie. Liderada pelo sempre imprevisível Billy Tsounis (guitarrista, vocalista e compositor), a banda continua a expandir os limites de seu som desafiador de gênero. Os fãs do Vasoline Tuner sabem que a surpresa e a exploração sonora fazem parte do DNA da banda, e Chilling with my Zombie não é exceção. A música tece ritmos hipnóticos com efeitos de guitarra sobrenaturais, equilibrando uma imediatez nervosa com texturas envolventes e giratórias. O riff principal canaliza uma vibração pesada do rock dos anos 70 — pense em Led Zeppelin ou Black Sabbath — mas com um toque neopsicodélico que lembra The Flaming Lips ou Neutral Milk Hotel. O resultado? Uma colisão hipnotizante de energia clássica do hard rock e atmosferas etéreas e alucinadas.
Os vocais de Tsounis, encharcados em eco slapback, complementam perfeitamente a estética nebulosa e psicodélica de garagem da faixa. O videoclipe que acompanha se inclina para essa sensação nostálgica, mas moderna, sobrepondo efeitos visuais vintage com uma nova ponta criativa. Acenos à era psicodélica dos anos 60 e 70 são abundantes, mas o vídeo mantém uma qualidade única e imprevisível que se encaixa na arte de desafiar os limites do Vasoline Tuner. “Chilling with my Zombie“
Rotten Filthy retorna com novo EP, Apotheosis, e nova formação
Apesar dos sete anos de seu último álbum cheio, o excêntrico The Hierophant (2018), a banda gaúcha Rotten Filthy não ficou exatamente adormecida. De lá pra cá lançou três singles, sendo o mais recente “The Path of Mercury” (2025), que consta em sua mais nova oferta. Trata-se de Apotheosis, novo EP que acaba de sair do forno e marca, depois de algumas apostas experimentais, o retorno da banda às suas origens, focada no thrash metal. “Esse trabalho é uma volta à essência da banda, tivemos nossos momentos de experiências diferentes, uma abertura maior para outros estilos e agora com a nova formação a gente volta as fórmulas do início da banda: death/thrash metal com bastante influência de Slayer, Sepultura antigo, Kreator, bandas de death metal escandinavo como Entombed e Dismember… Tudo isso com bastante pegada, revisando tudo que a gente fez naquele momento e trazendo isso a nossa nova realidade, arrojando aos tempos atuais”, comenta o baterista Guilherme Festinalli.
Apotheosis tem como seu carro-chefe a mencionada faixa “The Path Of Mercury”, que foi lançada previamente como visualizer no Youtube pelo canal Antifascist Black Metal Network. Apesar de não ser uma banda exatamente de black metal, a Rotten Filthy traz temas que a aproxima do estilo. “Uma coisa que eu quis manter do nosso disco anterior foram as temáticas da banda. Agora a nossa temática é voltada totalmente ao paganismo, ocultismo e espiritualidade. Todas as músicas abordam esses temas, sejam religiões de matriz africana, religião egípcia, grega, bruxaria. É essa a temática permanente da banda e “The Path of Mercury” estabelece um paralelo entre os deuses que tem suas semelhanças como ESÚ, Hermes e Mercúrio – deuses dos caminhos, da comunicação. Essas divindades que se confundiam com os seres humanos eram responsáveis por levar as preces dos mortais aos deuses”, conclui o baterista. Confira a música no link.
Além do novo EP, a Rotten Filthy apresenta uma nova formação. Ao lado de Guilherme, estão Rodrigo Sinluz no vocal, Marcos Klein na guitarra e o recém chegado Alencar Fardin no Baixo. Marcello Caminha Filho (baixo) faz participação especial. Com toda arte por responsabilidade do baterista, “Apotheosis” foi produzido, mixado e masterizado pelo guitarrista Marcos Klein, nos estúdios Timbra, mostrando que a banda trabalhou como uma família e de forma sustentável.
Ouça Apotheosis
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“Stand By Me” – Clássico de 1961 é a estreia do trio fluminense Everheart
Na história, há músicas do século XX que atravessaram o tempo, continuam presentes e ninguém acredita que um dia deixem de ser. É o caso de “Stand By Me”, música que teve como ponto de partida um salmo bíblico, tornado um hino gospel por Charles Albert Tindley, um norte-americano filho de escravos que se tornou pastor de igreja. O hino de Tindley inspirou a composição da música, gravada pela primeira vez em 1961, pelo também estadunidense Ben E. King, cantor negro à época divorciado da banda de sucesso The Drifters, que, aliás, rejeitaram “Standy By Me” quando Ben E. King os apresentou. A música recebeu mais de 400 versões, como as de artistas consagrados como John Lennon, que a incluiu em seu repertório de shows e a regravação se tornou uma das mais midiáticas de “Stand By Me”. Com o tempo, a música passou a ser interpretada de diversas maneiras, como uma canção de amor, de companheirismo, de amizade. Mas também como um protesto político, especialmente na luta contra o racismo nos EUA.
Em 1986 foi lançado um sucesso de bilheteria cujo nome é o mesmo da canção, com ela como principal da trilha sonora. O longa batizado no Brasil como “Conta Comigo” retratou a fortaleza da amizade entre garotos de 12 anos. E é esta possível intepretação de “Stand By Me” que os integrantes do projeto Everheart se apegaram, resultando em sua própria versão, lançada nesse 3 de abril. Everheart é um trio fluminense que se propõe a gravar ao vivo releituras de clássicos internacionais em vídeos intimistas. Escolheram “Stand By Me” por ser um consenso entre eles, devido à importância que a música teve na vida de cada um. “Para nós, a letra fala sobre o apoio e a companhia que se pode encontrar em um amigo ou ente querido. A canção é uma mensagem universal e atemporal”, contou Rodrigo Miguez, violonista e vocalista. Com ele, estão Rodrigo Carvalho (baixo) e Edimo Bille (bateria e percussão).
O propósito da Everheart é proporcionar uma viagem musical pelas décadas, com hits que transcenderam o tempo. É ser uma experiência que possa conectar gerações a partir de um formato moderno. “Iremos lançar sempre canções que marcaram época e permanecem na memória coletiva, incluindo artistas como Tracy Chapman, Roxette, Phil Collins, R.E.M., Simply Red, Rick Astley, Elvis Presley e muitos outros.”
Assista o clipe de “Stand By Me“
Sobre a Everheart
Três músicos experientes de Teresópolis-RJ se uniram no projeto Everheart, empenhados em conectar gerações, gravando músicas que marcaram época a partir de um som moderno, fresco, intimista e ousado, com estética inspirada em nomes como Music Travel Love e Boyce Avenue. O carioca Rodrigo Miguez é o vocalista e violonista. Sua trajetória de estudos começou aos 13 anos e aos 18 compôs as primeiras músicas, mas ingressou na faculdade de Economia e seguiu a carreira. Uma década depois, Rodrigo pediu demissão para dedicar-se à música. Assim, gravou dois discos autorais, “Passo pra Trás” e “Negativo”. Também fundou uma banda especializada em casamentos e seu próprio estúdio musical, no qual trabalhou com artistas da cena independente carioca. Em 2021, mudou-se para Teresópolis, consolidando-se na cena musical independente da cidade, e até mesmo abriu show do Roupa Nova. O músico participou dos festivais FENAC, Festival de Itanhandu, SerVeja, Foliando, e Festival de Hambúrguer de Teresópolis. Esteve nos veículos de comunicação G1, Faro MPB, Gazeta, Brasileiríssimos e Showlivre.
Titãs e Lulu Santos já viram seus shows sendo abertos pelo baterista Edimo Bille, que hoje é integrante da Everheart. O artista natural de Teresópolis fez e faz história na Região Serrana do Rio de Janeiro, onde participou de todos os festivais regionais ao longo de seus 25 anos de estrada. Baterista versátil, autentico e fluído, acompanhou diversas bandas e artistas. É considerado um dos bateristas mais respeitados da região, levando-o a ser entrevistado nos programas da Inter TV e TV Bandeirantes. Atualmente, além da integrar a Everheart, é empresário do ramo de sonorização para eventos.
O baixista da Everheart é o teresopolitano Rodrigo Carvalho, há 26 anos nos palcos. Assim como Edmio Bille, acompanhou bandas e artistas da Região Serrana do Rio de Janeiro, onde também participou de todos os festivais locais, consolidando seu nome na cena regional. Com presença de palco marcante, abriu shows para grandes ícones da música brasileira, como Nando Reis e Titãs. Com sua primeira banda, a Rockfort, dividiu palco com o Ultraje a Rigor e percorreu o interior de Minas Gerais. Chegou a ser entrevistado por Nina Benedito, do Diário TV. Além da Everheart, também integra a banda DuTrio. Em paralelo, é empresário no ramo de distribuição de jornal. É com esta formação que a Everheart estreou com o lançamento do single “Stand By Me”, já disponível em todas as plataformas de streaming.
Crédito: Brenda Silva
Ficha técnica
Compositores: Ben E. King, Jerry Leiber e Mike Stoller
Intepretação: Everheart Music
Voz e violão: Rodrigo Miguez
Baixo: Rodrigo Carvalho
Percussão: Edimo Bille
Gravação: Estúdio MIRA
Filmagem: Brenda Silva e Filipe Galdino
Mixagem e masterização: Rodrigo Miguez
Edição de vídeo: Rodrigo Miguez
SOMAê e a Essência do Rock Orgânico: “Tão Só – Ao Vivo Na Fita” Resgata a Intensidade das Gravações Analógicas
Há algo na imperfeição das gravações ao vivo que nos lembra da humanidade na música. Nos dias de hoje, onde a precisão digital muitas vezes esteriliza a arte, algumas bandas ainda buscam aquele calor orgânico, o risco do erro, a magia do instante irrepetível. O SOMAê, banda que vem pavimentando um caminho sólido no rock alternativo brasileiro, entendeu isso melhor do que ninguém. Seu mais novo lançamento, “Tão Só – Ao Vivo Na Fita”, não é apenas uma reinterpretação de um dos momentos mais intensos de sua discografia, mas um manifesto artístico: um grito cru e autêntico em meio à era da superprodução.
A primeira versão da faixa foi lançada quando a banda ainda era formada por Thiago Pher (guitarra e voz), Beto Marques (baixo), Vagner Farias (guitarra) e Felipe Amarelo (bateria) – um grupo de músicos que se uniu por um amor comum: a música. Influenciados por gigantes do rock brasileiro e internacional, eles trouxeram à tona um som potente, carregado de emoção e autenticidade. Agora, nessa nova versão, o SOMAê evolui não apenas na sonoridade, mas também na formação: Thiago Corrêa (teclados) chega para expandir ainda mais o universo da banda, adicionando camadas atmosféricas e texturas que tornam essa gravação única. Gravada no Forest Lab, no Rio de Janeiro, sob o olhar atento do produtor Lisciel Franco, a faixa foi registrada diretamente em fita de rolo, um método cada vez mais raro no cenário musical contemporâneo. A decisão não foi apenas estética, mas também conceitual: SOMAê sempre carregou em seu DNA a força da apresentação ao vivo, e essa versão captura a urgência e a energia de um show real. A cada batida, a cada acorde, há uma tensão palpável, como se a banda estivesse tocando diante de um público invisível dentro do estúdio.
Essa autenticidade não vem por acaso. Após um 2024 intenso, excursionando ao lado de nomes como Supercombo, Glória e Dance of Days, o SOMAê reforçou sua presença no cenário nacional. Agora, com o suporte do selo Musikorama Music Entertainment e da editora New Music Brasil, a banda aposta em um lançamento que não apenas dialoga com o público que já conquistou, mas também busca aqueles que ainda acreditam que o rock é feito de suor, entrega e vulnerabilidade. “Tão Só – Ao Vivo Na Fita” é mais do que um lançamento – é um lembrete de que algumas emoções só podem ser sentidas quando a música respira.
🔥 Ouça agora “Tão Só – Ao Vivo Na Fita” e sinta a energia dessa performance única:
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THE CROSS: Leviathan’s Lament é oficialmente lançado
A espera chegou ao fim. No dia 22 de março, a veterana banda brasileira de Doom Metal THE CROSS lançou oficialmente seu novo single, “Leviathan’s Lament”, apresentado ao público em um impactante lyric vídeo. A faixa conta com participações de peso: Michael Stavrakakis, vocalista da banda grega Doomocracy, e Rafael Sade, tecladista do projeto nacional Soulsad, contribuindo para a atmosfera densa e melancólica que marca a sonoridade do grupo. O trabalho audiovisual, desenvolvido por Paulo Monteiro (LFX Music Works), mergulha o espectador no universo lírico e sombrio da banda, reforçando o conceito introspectivo da canção. Assista ao vídeo completo aqui.
Já no domingo, 23 de março, “Leviathan’s Lament” foi disponibilizada em todas as principais plataformas de streaming e download mundial, sob o selo da Sangue Frio Records. Ouça agora no serviço de sua preferência.
THE CROSS será headliner do festival ‘Ritual Alquímico’, em Brasília
Em meio à divulgação do novo lançamento, o THE CROSS se prepara para uma performance especial como headliner do festival ‘Ritual Alquímico’, marcado para o dia 20 de abril de 2025, no Teatro de Arena do Guará, em Brasília/DF. O evento contará ainda com nomes expressivos da cena extrema nacional, como Paradise In Flames, Luxúria de Lillith, Arguegom, Caligo e Tarrasque. Confira abaixo o serviço completo para mais informações:
SERVIÇO:
Show:THE CROSS no ‘Ritual Alquímico’
Local:Teatro de Arena do Guará
Endereço:QE 46, Conjunto P, Brasília/DF
Data:20/04/2025 (domingo)
Horário:18h
Ingressos:R$ 40,00 (primeiro lote promocional via Furando A Fila)
Organização: @alquimia.taberna.bar
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SFP – Press & PR
Fracktura, banda multinacional liderada por um brasileiro, revela mistura alquímica de rock progressivo e jazz em seu primeiro álbum
Fracktura, um dos nomes mais interessantes da cena underground atual, lança o álbum Time: Machine. Liderado pelo músico brasileiro André Machado III e formado por integrantes dos Estados Unidos, Brasil e Argentina, o grupo apresenta em seu primeiro trabalho uma obra ousada, que explora a passagem do tempo como tema central. Com seis faixas que se encaixam como peças de um quebra-cabeça, o disco revela uma sonoridade sofisticada, onde o rock progressivo, o jazz e a música clássica pós-moderna se equilibram de forma hipnótica. A banda já lançou dois EPs, apontando para uma sonoridade difícil de rotular, flertando com o avant-garde rock, embora o som vá além de qualquer definição simples. Essa abordagem já chamou a atenção da imprensa internacional. O Huffington Post descreveu a Fracktura como “musicalmente exigente e extremamente complexa, ao mesmo tempo que transborda uma austeridade jovial”.
Formado em 2017 na cidade de Cincinnati (Ohio) por André Machado III e pela cantora norte-americana Karis Tucker, o projeto é completado por Andrew Angelle (EUA), Ander Peterson (EUA), Camila Nebbia (Argentina) e João Cordeiro (Brasil) — uma formação internacional que reflete o caráter híbrido e experimental do grupo. Time: Machine é, acima de tudo, um exercício de liberdade executado com precisão pela Fracktura, que constrói suas músicas com a audácia de ícones como King Crimson e Frank Zappa, explorando um surrealismo desconcertante. O resultado é uma obra que desafia o ouvinte a navegar por labirintos sonoros, onde o tempo é tanto o eixo quanto o instrumento de desconstrução e reconstrução musical.
As composições seguem narrativas não lineares, em que temas recorrentes desaparecem e ressurgem sob novas formas. Em vez de seguir progressões convencionais, o som avança por estruturas imprevisíveis, marcadas por dissonâncias e mudanças rítmicas que subvertem as expectativas de maneira cuidadosamente calculada. “O repertório do álbum forma um ciclo, pensado para soar como um diálogo entre as faixas — cada uma sussurrando à próxima, em um movimento que ressoa e se transforma”, explica André. Produzido por André Machado III, o disco foi mixado por Mauricio Avila e Scott Moughton e masterizado por Fernando Delgado. A gravação ocorreu de forma remota, com cada músico registrando sua parte em estúdios próprios — um processo que, segundo André, exigiu um alto nível de planejamento e experimentação para garantir coesão e unidade no resultado final.
Para marcar o lançamento, o grupo também disponibiliza o clipe de “Time Machine”. O vídeo reflete os questionamentos filosóficos da música, criando uma atmosfera sombria e aberta à interpretação. A direção é assinada pelo cineasta brasileiro Diogo Oliveira, que traduz visualmente a sensação de um sonho fragmentado, reforçando o tom enigmático da faixa. A Fracktura desenvolve uma sonoridade instigante, onde força bruta, delicadeza, caos e beleza coexistem, esparramando-se por camadas que se expandem e se contraem como uma pulsação orgânica. Em “Time: Machine”, o grupo transforma o tempo em uma linguagem musical própria, oferecendo uma experiência que é ao mesmo tempo cerebral e visceral.
Ficha técnica
Todas as músicas compostas por André Machado III e Nicolas Bizub, exceto “Entr’acte” composta por André Machado III e Scott Moughton
Todas as letras escritas por Diogo Oliveira
Produzido por André Machado III
Vozes, guitarra 1, baixo e saxofone tenor gravados no estúdio de André Machado III (Berlim, Alemanha)
Saxofone alto gravado no estúdio de Ander Peterson (Cincinnati, Ohio, EUA)
Guitarra 2 gravada no estúdio de Andrew Angelle (Atlanta, Geórgia, EUA)
Bateria gravada no estúdio de João Cordeiro (Juiz de Fora, MG, Brasil)
Mixado por Mauricio Avila e Scott Moughton
Masterizado por Fernando Delgado
Arte: Leandro Oliveira
Karis Tucker: voz; André Machado III: guitarra 1, baixo e sintetizador; Andrew Angelle: guitarra 2; Ander Peterson: saxofone alto; Camila Nebbia: saxofone tenor; João Cordeiro: bateria
Faixa a faixa (por André Machado III)
1. “I Hear the Wind” – A abertura do álbum introduz os principais temas e motivos harmônicos que atravessam a jornada. As guitarras dialogam entre si, criando uma base harmônica para as linhas vocais e os saxofones, enquanto a letra reflete sobre a inevitabilidade do tempo.
2. “Time Machine” – Começa com uma frase emprestada de “I Hear the Wind” (“today is the past”) e desenvolve os temas apresentados na faixa de abertura. O arranjo se expande em seções vocais e instrumentais que exploram variações do tema central, criando um efeito cíclico.
3. “Lucid” – Como em um sonho lúcido, ela explora o equilíbrio entre controle e caos. Melodias etéreas e harmonias tensas se combinam em uma estrutura que flui entre o concreto e o abstrato.
4. “Entr’acte” – Uma pausa reflexiva no coração do álbum. Baseada em improvisação livre, a música é conduzida por um diálogo entre os instrumentos, onde o tema principal se repete continuamente. A liberdade foi tamanha que o solo de bateria se estende após os outros instrumentos esgotarem suas frases.
5. “Dissonant Ballet” – A única faixa do disco que apresenta algo próximo a um refrão. A estrutura é intencionalmente enganosa — o que parece uma repetição é, na verdade, um desenvolvimento sutil e progressivo. A tensão entre ordem e caos é explorada com precisão cirúrgica.
6. “Moments” – A música de encerramento é dividida em três momentos distintos, que revisitam temas de faixas anteriores em formas modificadas. O fim encontra o início, criando um ciclo fechado que reforça o conceito do álbum como uma viagem no tempo.
John Mayer é inspiração musical para nova música romântica de Lucas Macedo
O norte-americano John Mayer é o artista favorito do cantor e compositor Lucas Macedo, referência essa que descreve muito o ambiente sonoro do seu novo lançamento, “Belle”, que une o romantismo clássico dos anos 70/80 ao pop dito por ele como “alegre, com uma levada mais tranquila e solos de guitarra melódicos”. Também, “Belle” tem a essência das canções de amor de Stephen Sanchez e Elvis Presley. Mas o que canta Lucas Macedo, exatamente? Ele explica que “a letra da música basicamente define o começo do meu relacionamento e as razões por eu ter me apaixonado. A música é uma das melhores formas que tenho de me expressar ao outro. Eu não sou a pessoa mais romântica ou grudenta desse planeta, então, senti, de forma natural, uma vontade de me declarar e reconhecer meu lado amoroso pela canção.”
O tema tratado em “Belle” é recorrente nas outras canções lançadas por ele em 2024, com exceção da antecessora “Recomeçar”, um folk existencial. Já a sonoridade distingue o single de “Antes que Amanheça” e “MUSA”, ambos mais para o lado do pop/rock agitado. “Mas todos mantém a proposta retrô e orgânica, gravada com instrumentos reais”, pontuou ele. Além de assinar a composição, Lucas Macedo gravou o vocal, backing vocal, violões e guitarras. A bateria ficou com Fabrício Sertório, a produção e guia vocal foi realizada por Júnior Borba. Produção, captação, master, mixagem, backing vocal e baixo são de Samuel Cangassú. Distribuída pela Tratore desde 21 de março, “Belle” fará parte do primeiro EP do artista, com seis faixas (duas inéditas), ainda em produção.
Sobre Lucas Macedo
Lucas Macedo tem 21 anos, nasceu e vive em Ribeiro Preto, interior de São Paulo. Incentivado pela família desde criança, aos 16 anos fez aulas de canto, escreveu suas primeiras músicas, assim como passou a se apresentar em escolas e bares. Teve influências familiares do rock, pop, blues e folk, levando-o especialmente a conhecer e se inspirar em nomes como John Mayer, Harry Styles, Fleetwood Mac, Kings of Leon, Rolling Stones e Måneskin. “Quando terminei o ensino médio, iniciei a mentoria de carreira artística com Jacques Figueras, que abriu muito minha mente sobre o mercado e possibilidades. Inclusive me ajudando a projetar e viabilizar meu primeiro EP, em estágio de produção, por meio de um financiamento coletivo. Lancei meus primeiros singles em 2024, ‘MUSA’ (pop/rock), ‘Antes que Amanheça’ (pop/rock country) e ‘Recomeçar’ (folk). ‘Belle’ (pop romântico) foi minha primeira canção de 2025.” Com o repertório autoral, o jovem paulista se apresentou, até o momento, em sua cidade natal, Franca e São Paulo capital.
Seu som inovador e simples, a voz grave, o estilo dinâmico e incomum estigou a curiosidade dos editores e apresentadores do programa Chosen (Portal Måneskin), podcast Ifluencer e podcast Chegay. Lucas também avançou na primeira fase de votação pública do João Rock 2024.
Escute “Belle” nas plataformas de streaming
Letra
Belle não se desespere
O mundo é bem maior por nós dois
E eu sei que você consegue
Ver muito além do depois
Algo na sua forma de ouvir
Me manteve aqui
Algo no brilho quando sorri
Me manteve aqui
E pela primeira vez
Minha promessa se desfez
Em amores e dores, e todas as cores do seu jardim
Mas tudo vale no fim
Amor de fim de semana era o que eu tinha
Mais isso já se acabou
Terças e quintas, todos os dias
Seu plano se concretizou
Algo em seu gosto musical
Me manteve aqui
E pela primeira vez
Minha promessa se desfez
Em amores e dores, e todas as cores do seu jardim
Mas tudo vale no fim
No fim
Belle não se desespere
O mundo é bem maior por nós
Por nós dois
Ficha técnica
Composição, vocais, backing vocal, violões e guitarras: Lucas Macedo
Bateria: Fabrício Sertório
Produção, captação, master, mixagem, backing vocal e baixo: Samuel Cangussú
Produção e guia vocal: Júnior Borba
Distribuição: Tratore